Que espera da vida uma nova chance,
Sem medo de se mostrar
Em plena entrada da velhice...
Simples e descomplicada,
Mas totalmente sozinha nesse pensamento...
Pois sou criticada... Rotulada...
Massacrada pelo meu próprio sangue,
Que me vê de forma distorcida...
Como se indecente fosse e
Estivesse ao me “mostrar” de forma jovial...
Quer que seja uma “recatada senhora”,
Que zele pela minha imagem?
Ou na verdade quer que “aceite” o fato de ser
Velha mesmo, diria, pelos meus quase cinqüenta e cinco anos...
Não vivo de máscaras!
Não tenho lazer...
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